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Problemas
ortodônticos mais freqüentes |
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Em se tratando de ortodontia, existem muitos problemas
que podem existir em conjunto ou separadamente para
cada paciente. Estes problemas podem ser de ordem dentária,
como um pequeno giro ou um desalinhamento dos dentes,
de ordem esquelética, como um excesso de crescimento
maxilar, ou mesmo funcional, quando o paciente se queixa,
por exemplo, de dificuldade para mastigar. Entretanto,
alguns deles acontecem com mais freqüência. São eles:

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Apinhamento
O apinhamento dentário é o problema ortodôntico
mais comum. Apesar de existirem muitos fatores
que podem levar ao desenvolvimento de apinhamentos,
este problema está geralmente relacionado a
um excesso de volume dentário ou a uma base
óssea pequena demais para comportar os dentes.
A gengiva e os ossos nas regiões de apinhamento
podem se tornar excessivamente finos e recessões
gengivais podem se desenvolver.
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deste caso |
Espaços
Espaços podem existir e ter como conseqüência
o acúmulo constante de alimentos e placa
bacteriana, podendo levar ao desenvolvimento de
problemas na gengiva e cárie. De forma
semelhante aos apinhamentos, os espaços
excessivos podem estar relacionados a uma discrepância
entre o tamanho dos dentes e os ossos.
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Classe
I
Muitas vezes os dentes anteriores e posteriores
estão ocluindo (se encaixando) de maneira
correta. Entretanto, o perfil do paciente se encontra
excessivamente convexo, conferindo um aspecto
"cheio" e/ou "bicudo". Muitas
alternativas existem para o tratamento da biprotrusão
de Classe I, como a extração de
4 pré-molares.
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Classe
II
A classe II representa um problema relacionado
às bases ósseas, onde a maxila pode estar disposta
espacialmente em uma posição mais anterior que
a mandíbula. Dessa forma, os dentes superiores
também assumem uma posição mais anterior, conferindo
um aspecto "dentuço" ao paciente. Nesses casos,
os dentes posteriores também não se encaixam corretamente. |
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Classe
III
Apesar de menos freqüente, a Classe III diz respeito
aos problemas onde a mandíbula encontra-se espacialmente
à frente da maxila. Os dentes passam a não se
encaixar corretamente, e os dentes anteriores
inferiores estão à frente dos superiores anteriores.
A maioria dos casos de classe III tem origem genética,
ou seja, algum dos seus pais também apresenta
a maloclusão. |
Sobremordida
exagerada
Este problema é caracterizado por um
excesso vertical da região anterior da
maxila e/ou uma sobre-erupção
dos dentes dessa região. Nos casos de
sobremordida, os dentes anteriores superiores
recobrem quase 100% dos dentes inferiores, conferindo
um sorriso desagradável e problemas mastigatórios.
Os dentes inferiores podem, inclusive, estar
tocando no palato e na gengiva do arco superior.
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e veja a solução deste caso >>>>> |

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Mordida aberta
Quando os dentes da maxila e da mandíbula não
se encontram, caracteriza-se uma mordida aberta.
Este problema pode estar relacionado com uma deficiência
de crescimento da maxila, ou ser o resultado de
respiração bucal, amígdalas excessivamente grandes
ou hábitos de chupar dedo e deglutir incorretamente.
O diagnóstico e tratamento precoces são de grande
importância para o sucesso do seu tratamento |
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Mordidas cruzadas
As mordidas cruzadas caracterizam a situação onde
um ou mais dentes da maxila não estão recobrindo
os dentes da mandíbula. De ordem esquelética ou
dentária, as mordidas cruzadas devem ser tratadas
o mais precocemente possível, de modo a permitir
o desenvolvimento correto da oclusão e das bases
ósseas. |
Desordens Temporomandibulares
São muitas as causas dos problemas na articulação
temporomandibular (ATM). Traumas na face, stress,
maloclusões e hábitos, como o ranger de dentes
e apertamento são apenas alguns dos vários fatores
envolvidos no estabelecimento desse problema.
Os sintomas mais freqüentemente encontrados em
pacientes com desordens nessa articulação são
as dores de cabeça, sensibilidade muscular, estalos
e ruídos próximos aos ouvidos e limitação dos
movimentos de abertura e fechamento da boca. Em
alguns casos, o tratamento ortodôntico pode auxiliar
na resolução deste problema.
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